A imprensa internacional repercutiu os resultados do primeiro turno das eleições gerais no Brasil, neste domingo (4).
O britânico The Economist escreveu que os resultados mostram que o movimento radical no Brasil não foi sepultado e que o país ainda não superou a polarização de quase uma década.
A rede Al Jazeera destacou que a eleição acontece em um momento decisivo para a maior economia da América Latina, com preocupações em relação à criminalidade, ao custo de vida, e sobre a relação tensa com os Estados Unidos.
A agência de notícias Reuters destacou que, apesar das preocupações com as finanças e crescimento econômico, a campanha eleitoral no Brasil ofereceu pouco debate sobre esses temas.
O argentino Clarín chamou de “reviravolta surpreendente e dramática” o conservador Flávio Bolsonaro contrariar as pesquisas. Mas a incerteza para o segundo turno permanece.
Já o inglês The Guardian disse que o candidato de extrema-direita e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro teve um desempenho acima do esperado.
O jornal alemão Deutsche Welle disse que a eleição foi marcada por uma “onda de direita também no Senado e nos governos estaduais”.
A Rede Estatal Francesa também chamou atenção para outros familiares do ex-presidente obterem vitórias neste domingo, e que, durante a campanha, Flávio Bolsonaro prometeu anistiar o pai, que está preso.
No meio dessas manchetes, as declarações do presidente norte-americano chamaram atenção. Donald Trump trocou o nome do Brasil pelo nome da “Índia” ao comentar as eleições nesse domingo. Trump elogiou o fato dos resultados de uma votação com 125 milhões de eleitores saírem no mesmo dia.






























