Ação No Barradão Reforça Direito à Educação Inclusiva Durante Ba-Vi

O direito à educação inclusiva foi tema de uma ação realizada antes do Ba-Vi deste domingo (23), no estádio Manoel Barradas, o Barradão, em Salvador. Minutos antes do início da partida entre Bahia e Vitória pelo Campeonato Brasileiro, uma faixa com a mensagem “Todas as escolas são para todos os alunos” foi estendida no centro do campo para conscientizar torcedores e o público sobre a importância de garantir ambientes escolares inclusivos e acolhedores para estudantes com deficiência.

A iniciativa faz parte do projeto Educação Inclusiva, desenvolvido pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA). A ação contou com a participação dos promotores de Justiça Adriano Marques, coordenador do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Educação (Ceduc), Analízia Freitas, gerente do projeto, e João Paulo Schoucair, além do secretário-geral adjunto do MP-BA, Luís Alberto Vasconcellos, e de servidoras do Ceduc.

O presidente da Federação Bahiana de Futebol (FBF), Ricardo Nonato Macedo, também participou da ação. “É uma alegria muito grande estar aqui neste Ba-Vi, no Barradão, onde os dois clubes resolveram dar as mãos por uma causa importante para o Ministério Público e para a sociedade brasileira: o direito à inclusão nas escolas”, afirmou Adriano Marques.

Segundo o promotor, o projeto busca estabelecer, em parceria com municípios baianos, medidas para ampliar a inclusão de estudantes com necessidades educacionais específicas e garantir o acesso a uma educação de qualidade.

Para Ricardo Nonato Macedo, a parceria amplia o alcance da mensagem sobre inclusão. “A gente consegue levar uma mensagem bacana, uma campanha em que queremos direitos iguais para todos e o futebol, assim, consegue atingir seu papel para além das quatro linhas”, disse.

Projeto atende mais de 11 mil estudantes

Atualmente, o projeto Educação Inclusiva conta com a adesão de 25 municípios baianos e beneficia diretamente 11.331 estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA) e altas habilidades ou superdotação, conforme dados do Censo Escolar 2025.

As ações também alcançam indiretamente 142.946 estudantes das redes municipais participantes, com iniciativas voltadas à inclusão, ao respeito à diversidade, à redução de barreiras e à construção de ambientes escolares mais acolhedores. Até o momento, 80% dos municípios que aderiram ao projeto já participaram de oficinas de formação realizadas pela equipe do Educação Inclusiva.

A utilização de estádios de futebol para ampliar a divulgação da iniciativa já havia sido adotada pelo MP-BA. Em 2024, uma ação semelhante foi realizada durante a partida entre Bahia e Flamengo, na Arena Fonte Nova, quando a campanha foi apresentada ao público de mais de 43 mil pessoas presente no estádio.

O direito à educação inclusiva foi tema de uma ação realizada antes do Ba-Vi deste domingo (23), no estádio Manoel Barradas, o Barradão, em Salvador. Minutos antes do início da partida entre Bahia e Vitória pelo Campeonato Brasileiro, uma faixa com a mensagem “Todas as escolas são para todos os alunos” foi estendida no centro do campo para conscientizar torcedores e o público sobre a importância de garantir ambientes escolares inclusivos e acolhedores para estudantes com deficiência.

A iniciativa faz parte do projeto Educação Inclusiva, desenvolvido pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA). A ação contou com a participação dos promotores de Justiça Adriano Marques, coordenador do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Educação (Ceduc), Analízia Freitas, gerente do projeto, e João Paulo Schoucair, além do secretário-geral adjunto do MP-BA, Luís Alberto Vasconcellos, e de servidoras do Ceduc.

O presidente da Federação Bahiana de Futebol (FBF), Ricardo Nonato Macedo, também participou da ação. “É uma alegria muito grande estar aqui neste Ba-Vi, no Barradão, onde os dois clubes resolveram dar as mãos por uma causa importante para o Ministério Público e para a sociedade brasileira: o direito à inclusão nas escolas”, afirmou Adriano Marques.

Segundo o promotor, o projeto busca estabelecer, em parceria com municípios baianos, medidas para ampliar a inclusão de estudantes com necessidades educacionais específicas e garantir o acesso a uma educação de qualidade.

Para Ricardo Nonato Macedo, a parceria amplia o alcance da mensagem sobre inclusão. “A gente consegue levar uma mensagem bacana, uma campanha em que queremos direitos iguais para todos e o futebol, assim, consegue atingir seu papel para além das quatro linhas”, disse.

Projeto atende mais de 11 mil estudantes

Atualmente, o projeto Educação Inclusiva conta com a adesão de 25 municípios baianos e beneficia diretamente 11.331 estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA) e altas habilidades ou superdotação, conforme dados do Censo Escolar 2025.

As ações também alcançam indiretamente 142.946 estudantes das redes municipais participantes, com iniciativas voltadas à inclusão, ao respeito à diversidade, à redução de barreiras e à construção de ambientes escolares mais acolhedores. Até o momento, 80% dos municípios que aderiram ao projeto já participaram de oficinas de formação realizadas pela equipe do Educação Inclusiva.

A utilização de estádios de futebol para ampliar a divulgação da iniciativa já havia sido adotada pelo MP-BA. Em 2024, uma ação semelhante foi realizada durante a partida entre Bahia e Flamengo, na Arena Fonte Nova, quando a campanha foi apresentada ao público de mais de 43 mil pessoas presente no estádio.

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