A Bahia tem a 8ª menor taxa de formalização de trabalhadores por conta própria entre os 27 estados brasileiros, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgados pelo IBGE. Em 2025, apenas 13,8% dos autônomos baianos tinham registro no CNPJ.
O percentual coloca a Bahia na 20ª posição no ranking nacional, à frente apenas de sete estados. A taxa ficou praticamente na metade da média registrada no país, que foi de 27,1% no ano passado.
Apesar da baixa colocação, a formalização avançou na Bahia em 2025. Dos 1,857 milhão de trabalhadores por conta própria no estado, 257 mil estavam registrados no CNPJ. Em 2024, eram 195 mil formalizados entre 1,606 milhão de autônomos, o equivalente a 12,2%.
Na comparação anual, houve crescimento de 31,8% no número de trabalhadores por conta própria formalizados, com 62 mil novos registros, enquanto a taxa subiu 1,6 ponto percentual.
Mesmo com o avanço, o índice de 2025 não recuperou o patamar de 2023, quando a formalização chegou a 14,2%. O maior percentual da série histórica de 12 anos foi registrado em 2022, com 15,7% dos autônomos baianos formalizados.
Outro dado apresentado na pesquisa refere-se ao número de mulheres que trabalham por conta própria, que apresentaram uma taxa de formalização superior à dos homens. Em 2025, 15,3% das autônomas tinham CNPJ, contra 13,1% dos homens.
Entre as mulheres, o número de formalizadas passou de 75 mil, em 2024, para 95 mil no ano passado. Entre os homens, o total aumentou de 121 mil para 161 mil no mesmo período.
Diante dos números apresentados, a diferença da Bahia em relação aos estados com maior formalização é significativa. Santa Catarina liderou o ranking em 2025, com 41,4%, seguida por São Paulo, com 39,4%, e pelo Distrito Federal, com 36,8%.
No período entre 2024 e 2025, a taxa de formalização cresceu em 19 das 27 unidades da Federação. A Bahia teve o 11º maior aumento no indicador.
Os dados fazem parte do módulo sobre Características Adicionais do Mercado de Trabalho da PNAD Contínua, que reúne informações sobre formalização, locais de trabalho e sindicalização.
A Bahia tem a 8ª menor taxa de formalização de trabalhadores por conta própria entre os 27 estados brasileiros, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgados pelo IBGE. Em 2025, apenas 13,8% dos autônomos baianos tinham registro no CNPJ.
O percentual coloca a Bahia na 20ª posição no ranking nacional, à frente apenas de sete estados. A taxa ficou praticamente na metade da média registrada no país, que foi de 27,1% no ano passado.
Apesar da baixa colocação, a formalização avançou na Bahia em 2025. Dos 1,857 milhão de trabalhadores por conta própria no estado, 257 mil estavam registrados no CNPJ. Em 2024, eram 195 mil formalizados entre 1,606 milhão de autônomos, o equivalente a 12,2%.
Na comparação anual, houve crescimento de 31,8% no número de trabalhadores por conta própria formalizados, com 62 mil novos registros, enquanto a taxa subiu 1,6 ponto percentual.
Mesmo com o avanço, o índice de 2025 não recuperou o patamar de 2023, quando a formalização chegou a 14,2%. O maior percentual da série histórica de 12 anos foi registrado em 2022, com 15,7% dos autônomos baianos formalizados.
Outro dado apresentado na pesquisa refere-se ao número de mulheres que trabalham por conta própria, que apresentaram uma taxa de formalização superior à dos homens. Em 2025, 15,3% das autônomas tinham CNPJ, contra 13,1% dos homens.
Entre as mulheres, o número de formalizadas passou de 75 mil, em 2024, para 95 mil no ano passado. Entre os homens, o total aumentou de 121 mil para 161 mil no mesmo período.
Diante dos números apresentados, a diferença da Bahia em relação aos estados com maior formalização é significativa. Santa Catarina liderou o ranking em 2025, com 41,4%, seguida por São Paulo, com 39,4%, e pelo Distrito Federal, com 36,8%.
No período entre 2024 e 2025, a taxa de formalização cresceu em 19 das 27 unidades da Federação. A Bahia teve o 11º maior aumento no indicador.
Os dados fazem parte do módulo sobre Características Adicionais do Mercado de Trabalho da PNAD Contínua, que reúne informações sobre formalização, locais de trabalho e sindicalização.






























