Motoristas que trafegam pela BR-324, em Simões Filho, voltaram a contar com a circulação normal no trecho do km 603, sentido Salvador, na manhã desta quinta-feira (5). A liberação ocorreu após três dias de interdição provocada por uma cratera na pista.
O trecho foi liberado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), depois de passar por intervenções para solucionar o problema.
O afundamento do asfalto foi registrado na manhã de segunda-feira (2), após as fortes chuvas atingirem a região. A situação comprometeu o tráfego e levou a Polícia Rodoviária Federal (PRF) a orientar os condutores a utilizarem rotas alternativas pelas rodovias BA-522 e BA-524.
Apesar dos desvios, os congestionamentos chegaram a ultrapassar 20 quilômetros. Durante o período de interdição, somente veículos de pequeno porte podiam passar pelo trecho, enquanto caminhões e ônibus precisavam seguir pelas rotas alternativas.
Na terça-feira (3), a PRF chegou a recomendar que os motoristas evitassem a BR-324, salvo em casos de “extrema necessidade”.
Motoristas que trafegam pela BR-324, em Simões Filho, voltaram a contar com a circulação normal no trecho do km 603, sentido Salvador, na manhã desta quinta-feira (5). A liberação ocorreu após três dias de interdição provocada por uma cratera na pista.
O trecho foi liberado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), depois de passar por intervenções para solucionar o problema.
O afundamento do asfalto foi registrado na manhã de segunda-feira (2), após as fortes chuvas atingirem a região. A situação comprometeu o tráfego e levou a Polícia Rodoviária Federal (PRF) a orientar os condutores a utilizarem rotas alternativas pelas rodovias BA-522 e BA-524.
Apesar dos desvios, os congestionamentos chegaram a ultrapassar 20 quilômetros. Durante o período de interdição, somente veículos de pequeno porte podiam passar pelo trecho, enquanto caminhões e ônibus precisavam seguir pelas rotas alternativas.
Na terça-feira (3), a PRF chegou a recomendar que os motoristas evitassem a BR-324, salvo em casos de “extrema necessidade”.






























