O Brasil negou visto de entrada no país para representantes dos Estados Unidos que viriam monitorar o sistema eleitoral brasileiro.
O Ministério das Relações Exteriores confirmou que, nessa sexta-feira (24), foram negados os vistos do subsecretário do Departamento de Estado para a Democracia, Riley Barnes; e do subsecretário adjunto Samuel Samson.
O governo brasileiro tomou conhecimento que os estadunidenses queriam conversar com autoridades eleitorais para discutir liberdade de expressão relacionada às eleições de outubro. E considerou a iniciativa uma instrumentalização política no contexto eleitoral.
Recentemente o pré-candidato a presidente, Flávio Bolsonaro, fez uma reunião com embaixadores e divulgou fakenews sobre as urnas brasileiras, dizendo que seriam produzidas por uma empresa venezuelana.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou, mais uma vez, essa informação. Segundo a corte, esse boato circula no país desde 2017. O TSE afirmou que essa empresa não participou da produção e nem da operação das urnas do país, que foram projetadas por servidores e técnicos a serviço da justiça eleitoral.
Neste sábado (25), o jornal dos Estados Unidos The Washinton Post publicou matéria dizendo que uma delegação norte-americana planejava colocar em dúvida a integridade do sistema de votação brasileira, em uma estratégia do presidente Donald Trump de influenciar as eleições na América Latina.






























