“Olha, é é como a gente tem buscado aqui no mínimo 20. Nós temos que ampliar cada vez mais, de acordo com o que a gente não sabe ainda o que é que nós vamos receber de projeto. Então, por isso nós temos essa preocupação, essa precaução. Na realidade, na realidade, se diziam apenas 10 audiências. Então, a bancada de oposição tem aí conversado, dialogado com o presidente da casa para que a gente possa ampliar e conseguimos essa ampliação no mínimo de 15 a 20 audiências públicas, para que a gente possa contemplar, como eu falei, as audiências não serão feitas apenas na Câmara Municipal, na sede da Câmara.”
Ainda de acordo com Leal, a proposta é que as discussões saiam dos limites físicos da sede do legislativo municipal. “Nós vamos fazer também as audiências públicas nos bairros, nas comunidades, para que a gente possa ver de perto a realidade de cada comunidade, que as pessoas possam ir lá conversar, dialogar, saber o que eles enfrentam de dificuldade para que a gente possa planejar uma cidade mais justa, uma sociedade que uma cidade que venha realmente contemplar e melhorar a vida do povo soteropolitano nos quatro cantos de Salvador”, declarou o vereador.
“Olha, é é como a gente tem buscado aqui no mínimo 20. Nós temos que ampliar cada vez mais, de acordo com o que a gente não sabe ainda o que é que nós vamos receber de projeto. Então, por isso nós temos essa preocupação, essa precaução. Na realidade, na realidade, se diziam apenas 10 audiências. Então, a bancada de oposição tem aí conversado, dialogado com o presidente da casa para que a gente possa ampliar e conseguimos essa ampliação no mínimo de 15 a 20 audiências públicas, para que a gente possa contemplar, como eu falei, as audiências não serão feitas apenas na Câmara Municipal, na sede da Câmara.”
Ainda de acordo com Leal, a proposta é que as discussões saiam dos limites físicos da sede do legislativo municipal. “Nós vamos fazer também as audiências públicas nos bairros, nas comunidades, para que a gente possa ver de perto a realidade de cada comunidade, que as pessoas possam ir lá conversar, dialogar, saber o que eles enfrentam de dificuldade para que a gente possa planejar uma cidade mais justa, uma sociedade que uma cidade que venha realmente contemplar e melhorar a vida do povo soteropolitano nos quatro cantos de Salvador”, declarou o vereador.




























