A integridade do patrimônio histórico e ambiental do Oeste da Bahia está gravemente comprometida por atividades predatórias. Durante as vistorias da 53ª etapa da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI), agentes detectaram uma série de agressões severas provocadas pela interferência humana em cavernas e sítios arqueológicos localizados na região do Povoado do Tatu, no município de Cocos.
O diagnóstico elaborado pelas equipes técnicas aponta problemas críticos que colocam em risco registros pré-históricos raros. Entre os principais danos identificados estão pichações cobrando diretamente sobre painéis de pinturas rupestres, além da remoção ilegal de sedimentos e de porções de terra que servem de base para os estudos de datação dessas áreas.
O panorama de destruição é agravado pela atividade mineradora clandestina. Os fiscais flagraram frentes de extração mineral operando sem qualquer licença ambiental nos arredores desses abrigos rochosos, o que acelera a desconfiguração e a desestabilização das estruturas geológicas que abrigam o acervo histórico.
Coordenada de forma conjunta por órgãos ambientais, policiais e de salvaguarda do patrimônio, a ofensiva no Oeste baiano busca mapear e qualificar as extensões dos impactos sofridos. Diante do cenário de degradação estrutural e do vandalismo deliberado, relatórios técnicos específicos estão sendo consolidados para subsidiar procedimentos cíveis e criminais contra os responsáveis.
A integridade do patrimônio histórico e ambiental do Oeste da Bahia está gravemente comprometida por atividades predatórias. Durante as vistorias da 53ª etapa da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI), agentes detectaram uma série de agressões severas provocadas pela interferência humana em cavernas e sítios arqueológicos localizados na região do Povoado do Tatu, no município de Cocos.
O diagnóstico elaborado pelas equipes técnicas aponta problemas críticos que colocam em risco registros pré-históricos raros. Entre os principais danos identificados estão pichações cobrando diretamente sobre painéis de pinturas rupestres, além da remoção ilegal de sedimentos e de porções de terra que servem de base para os estudos de datação dessas áreas.
O panorama de destruição é agravado pela atividade mineradora clandestina. Os fiscais flagraram frentes de extração mineral operando sem qualquer licença ambiental nos arredores desses abrigos rochosos, o que acelera a desconfiguração e a desestabilização das estruturas geológicas que abrigam o acervo histórico.
Coordenada de forma conjunta por órgãos ambientais, policiais e de salvaguarda do patrimônio, a ofensiva no Oeste baiano busca mapear e qualificar as extensões dos impactos sofridos. Diante do cenário de degradação estrutural e do vandalismo deliberado, relatórios técnicos específicos estão sendo consolidados para subsidiar procedimentos cíveis e criminais contra os responsáveis.






























