Os trabalhadores dos Correios aprovaram uma greve por tempo indeterminado após mais uma rodada de negociações entre as lideranças sindicais, a direção da estatal e o Tribunal Superior do Trabalho (TST) terminar sem acordo. A paralisação está prevista para começar às 22h desta quinta-feira (10).
A decisão foi tomada em assembleias conduzidas por 36 sindicatos e duas federações da categoria. A orientação da Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (FINDECT) envolveu trabalhadores de suas bases em São Paulo, Rio de Janeiro, Bauru, Santos, Maranhão e Mato Grosso do Sul.
Apesar de a Bahia não aparecer entre as bases citadas na orientação da FINDECT, uma paralisação de caráter nacional pode provocar reflexos no estado caso haja adesão dos trabalhadores baianos. Os possíveis impactos incluem atrasos na postagem e entrega de cartas e encomendas, além de alterações no atendimento das agências.
O principal ponto de impasse nas negociações é o plano de saúde. Os Correios mantêm a posição de alterar a condição da empresa como mantenedora do benefício, medida que preocupa as entidades sindicais devido aos possíveis impactos nos custos e na assistência oferecida aos trabalhadores, aposentados e familiares.
Segundo a FINDECT, a categoria cumpriu sua parte ao participar das negociações e buscar uma solução por meio do diálogo. A federação afirma que a direção dos Correios assume a responsabilidade pelo conflito ao manter a proposta e conduzir os trabalhadores à paralisação.
A entidade também afirma que os direitos acumulados ao longo de décadas não devem ser colocados em risco e classifica o plano de saúde como “patrimônio da categoria”.
A paralisação nacional foi aprovada após o encerramento de mais uma rodada de negociações entre as lideranças sindicais, a direção dos Correios e o TST, que terminou sem acordo. A greve está prevista para começar às 22h desta quinta-feira (10).
Os trabalhadores dos Correios aprovaram uma greve por tempo indeterminado após mais uma rodada de negociações entre as lideranças sindicais, a direção da estatal e o Tribunal Superior do Trabalho (TST) terminar sem acordo. A paralisação está prevista para começar às 22h desta quinta-feira (10).
A decisão foi tomada em assembleias conduzidas por 36 sindicatos e duas federações da categoria. A orientação da Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (FINDECT) envolveu trabalhadores de suas bases em São Paulo, Rio de Janeiro, Bauru, Santos, Maranhão e Mato Grosso do Sul.
Apesar de a Bahia não aparecer entre as bases citadas na orientação da FINDECT, uma paralisação de caráter nacional pode provocar reflexos no estado caso haja adesão dos trabalhadores baianos. Os possíveis impactos incluem atrasos na postagem e entrega de cartas e encomendas, além de alterações no atendimento das agências.
O principal ponto de impasse nas negociações é o plano de saúde. Os Correios mantêm a posição de alterar a condição da empresa como mantenedora do benefício, medida que preocupa as entidades sindicais devido aos possíveis impactos nos custos e na assistência oferecida aos trabalhadores, aposentados e familiares.
Segundo a FINDECT, a categoria cumpriu sua parte ao participar das negociações e buscar uma solução por meio do diálogo. A federação afirma que a direção dos Correios assume a responsabilidade pelo conflito ao manter a proposta e conduzir os trabalhadores à paralisação.
A entidade também afirma que os direitos acumulados ao longo de décadas não devem ser colocados em risco e classifica o plano de saúde como “patrimônio da categoria”.
A paralisação nacional foi aprovada após o encerramento de mais uma rodada de negociações entre as lideranças sindicais, a direção dos Correios e o TST, que terminou sem acordo. A greve está prevista para começar às 22h desta quinta-feira (10).






























