Inflação De Salvador Desacelera Em Outubro, Mas Acumula Alta De 3,86% No Ano

A prévia da inflação na Região Metropolitana de Salvador (RMS) desacelerou em outubro, mas alimentos e combustíveis continuaram pressionando os preços. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou alta de 0,34%, abaixo dos 0,50% observados em setembro.

Apesar da desaceleração, o resultado ficou ligeiramente acima da média nacional, de 0,32%. Entre os 11 locais pesquisados, a Região Metropolitana de Salvador teve a sexta maior variação, empatada com a Região Metropolitana de São Paulo.

No acumulado de 2026, o índice da RMS chegou a 3,86%, abaixo dos 4,15% registrados no país. Já nos 12 meses encerrados em outubro, a alta foi de 4,33%, também inferior à média nacional, de 4,62%.

Tomate e outros alimentos pressionam inflação

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, oito apresentaram aumento de preços na Região Metropolitana de Salvador. O grupo alimentação e bebidas teve alta de 0,55% e foi o principal responsável pela pressão inflacionária, devido ao peso dos alimentos no orçamento das famílias.

A alimentação consumida em casa subiu 0,74%. Entre os maiores aumentos estão os tubérculos, raízes e legumes, com alta de 9,45%. O tomate foi o destaque, com encarecimento de 24,87%. A cebola subiu 11,60%, enquanto a batata-inglesa teve aumento de 14,36%.

Outros itens importantes na cesta de consumo também ficaram mais caros: as carnes registraram alta de 1,19% e o arroz, de 5,49%.

Por outro lado, as frutas ficaram 4,83% mais baratas. A manga teve queda de 16,36%, enquanto a banana-prata recuou 5,30%, ajudando a conter a alta dos alimentos.

Combustíveis sobem e passagens aéreas caem

O grupo transportes registrou aumento de 0,37%, após dois meses consecutivos de deflação. Os combustíveis tiveram alta de 1,93% e foram os principais responsáveis pelo resultado, com aumentos de 1,27% na gasolina e 7,19% no óleo diesel.

A gasolina foi o item que mais pressionou individualmente a prévia da inflação na Região Metropolitana de Salvador. Em sentido contrário, as passagens aéreas caíram 9,83%, sendo o item que mais contribuiu para conter o avanço do índice.

Artigos para casa lideram altas entre os grupos

Apesar de ter peso menor no cálculo do indicador, o grupo artigos de residência apresentou a maior alta média de preços em outubro, de 1,02%. O resultado foi influenciado pelos móveis, que subiram 1,58%. Os móveis para sala ficaram 2,93% mais caros, enquanto os destinados ao quarto tiveram alta de 2,20%.

Educação foi o único grupo a apresentar queda de preços na RMS, com recuo de 0,04%. A redução foi influenciada por itens de papelaria, que caíram 1,60%, incluindo os cadernos, com baixa de 2,33%, além dos cursos de autoescola, que recuaram 0,84%.

O IPCA-15 é considerado uma prévia da inflação oficial e considera os preços coletados entre 16 de setembro e 14 de outubro. O indicador permite acompanhar a evolução dos preços antes da divulgação do IPCA, que mede a inflação oficial do país.

A prévia da inflação na Região Metropolitana de Salvador (RMS) desacelerou em outubro, mas alimentos e combustíveis continuaram pressionando os preços. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou alta de 0,34%, abaixo dos 0,50% observados em setembro.

Apesar da desaceleração, o resultado ficou ligeiramente acima da média nacional, de 0,32%. Entre os 11 locais pesquisados, a Região Metropolitana de Salvador teve a sexta maior variação, empatada com a Região Metropolitana de São Paulo.

No acumulado de 2026, o índice da RMS chegou a 3,86%, abaixo dos 4,15% registrados no país. Já nos 12 meses encerrados em outubro, a alta foi de 4,33%, também inferior à média nacional, de 4,62%.

Tomate e outros alimentos pressionam inflação

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, oito apresentaram aumento de preços na Região Metropolitana de Salvador. O grupo alimentação e bebidas teve alta de 0,55% e foi o principal responsável pela pressão inflacionária, devido ao peso dos alimentos no orçamento das famílias.

A alimentação consumida em casa subiu 0,74%. Entre os maiores aumentos estão os tubérculos, raízes e legumes, com alta de 9,45%. O tomate foi o destaque, com encarecimento de 24,87%. A cebola subiu 11,60%, enquanto a batata-inglesa teve aumento de 14,36%.

Outros itens importantes na cesta de consumo também ficaram mais caros: as carnes registraram alta de 1,19% e o arroz, de 5,49%.

Por outro lado, as frutas ficaram 4,83% mais baratas. A manga teve queda de 16,36%, enquanto a banana-prata recuou 5,30%, ajudando a conter a alta dos alimentos.

Combustíveis sobem e passagens aéreas caem

O grupo transportes registrou aumento de 0,37%, após dois meses consecutivos de deflação. Os combustíveis tiveram alta de 1,93% e foram os principais responsáveis pelo resultado, com aumentos de 1,27% na gasolina e 7,19% no óleo diesel.

A gasolina foi o item que mais pressionou individualmente a prévia da inflação na Região Metropolitana de Salvador. Em sentido contrário, as passagens aéreas caíram 9,83%, sendo o item que mais contribuiu para conter o avanço do índice.

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Apesar de ter peso menor no cálculo do indicador, o grupo artigos de residência apresentou a maior alta média de preços em outubro, de 1,02%. O resultado foi influenciado pelos móveis, que subiram 1,58%. Os móveis para sala ficaram 2,93% mais caros, enquanto os destinados ao quarto tiveram alta de 2,20%.

Educação foi o único grupo a apresentar queda de preços na RMS, com recuo de 0,04%. A redução foi influenciada por itens de papelaria, que caíram 1,60%, incluindo os cadernos, com baixa de 2,33%, além dos cursos de autoescola, que recuaram 0,84%.

O IPCA-15 é considerado uma prévia da inflação oficial e considera os preços coletados entre 16 de setembro e 14 de outubro. O indicador permite acompanhar a evolução dos preços antes da divulgação do IPCA, que mede a inflação oficial do país.

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