A Superintendência de Trânsito de Salvador (Transalvador) passou a ser alvo de uma investigação ampliada do Ministério Público da Bahia (MP-BA). O órgão apura possíveis irregularidades relacionadas à expansão do sistema de Zona Azul Digital na capital baiana. A medida foi formalizada pela 5ª Promotoria de Justiça do Consumidor e publicada no Diário da Justiça.
O aditamento do inquérito civil foi motivado pelas portarias nº 088/2026 e nº 092/2026, que ampliaram o estacionamento rotativo para dezenas de novos pontos da cidade. Segundo o MP, a expansão ocorreu sem que problemas antigos, já denunciados pelos usuários em áreas anteriormente atendidas, fossem corrigidos pela autarquia.
Entre os principais pontos questionados pela Promotoria estão:
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Dificuldades enfrentadas pelos motoristas para efetuar o pagamento das tarifas;
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Falhas constantes no aplicativo utilizado para a cobrança digital;
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Quantidade insuficiente ou ausência de guardadores credenciados para oferecer meios alternativos de pagamento;
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Falta de sinalização e de informações claras aos consumidores sobre as regras nas novas áreas incluídas.
A promotora de Justiça Joseane Suzart Lopes da Silva destacou que a portaria mais recente incluiu 77 ruas, avenidas e largos de Salvador na Zona Azul Digital, com funcionamento diário das 7h à meia-noite, sem detalhar medidas para evitar as falhas já registradas.
No documento, o Ministério Público cita como investigados tanto a Transalvador, responsável pela gestão das vagas, quanto o Município de Salvador. A Prefeitura e a superintendência foram notificadas e têm um prazo de dez dias úteis para apresentar esclarecimentos detalhados antes que o MP-BA decida as próximas etapas do processo.
A Superintendência de Trânsito de Salvador (Transalvador) passou a ser alvo de uma investigação ampliada do Ministério Público da Bahia (MP-BA). O órgão apura possíveis irregularidades relacionadas à expansão do sistema de Zona Azul Digital na capital baiana. A medida foi formalizada pela 5ª Promotoria de Justiça do Consumidor e publicada no Diário da Justiça.
O aditamento do inquérito civil foi motivado pelas portarias nº 088/2026 e nº 092/2026, que ampliaram o estacionamento rotativo para dezenas de novos pontos da cidade. Segundo o MP, a expansão ocorreu sem que problemas antigos, já denunciados pelos usuários em áreas anteriormente atendidas, fossem corrigidos pela autarquia.
Entre os principais pontos questionados pela Promotoria estão:
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Dificuldades enfrentadas pelos motoristas para efetuar o pagamento das tarifas;
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Falhas constantes no aplicativo utilizado para a cobrança digital;
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Quantidade insuficiente ou ausência de guardadores credenciados para oferecer meios alternativos de pagamento;
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Falta de sinalização e de informações claras aos consumidores sobre as regras nas novas áreas incluídas.
A promotora de Justiça Joseane Suzart Lopes da Silva destacou que a portaria mais recente incluiu 77 ruas, avenidas e largos de Salvador na Zona Azul Digital, com funcionamento diário das 7h à meia-noite, sem detalhar medidas para evitar as falhas já registradas.
No documento, o Ministério Público cita como investigados tanto a Transalvador, responsável pela gestão das vagas, quanto o Município de Salvador. A Prefeitura e a superintendência foram notificadas e têm um prazo de dez dias úteis para apresentar esclarecimentos detalhados antes que o MP-BA decida as próximas etapas do processo.






























