O projeto do Teleférico do Subúrbio de Salvador avançou para a fase de licitação e a concorrência deve ser lançada ainda no segundo semestre de 2026. O sistema terá 4,3 quilômetros de extensão e vai conectar regiões como Praia Grande, Mané Dendê e Pirajá à estação de metrô em Campinas de Pirajá.
A expectativa é reduzir de 40 a 50 minutos para cerca de 12 a 16 minutos o tempo de deslocamento entre a Avenida Suburbana e a região da BR-324.
O teleférico terá capacidade para transportar até 3,2 mil passageiros por hora em cada sentido. Segundo o secretário municipal de Mobilidade, Pablo Souza, o equipamento foi pensado para facilitar o acesso em uma área marcada pelos desníveis do terreno.
“Essa ligação permite integrar uma região com desnível topográfico muito elevado, o que dificulta o acesso às demais regiões da cidade”, afirmou.
Além das estações e torres, a proposta inclui acessibilidade, melhorias para pedestres, novos equipamentos públicos e espaços de convivência, com expectativa de fortalecer também o comércio local.
O projeto teve como referência experiências de teleféricos de cidades como Bogotá e Medellín, na Colômbia.
A Prefeitura também prevê a integração do novo modal com ônibus e metrô, com possibilidade de utilização do mesmo cartão de transporte.
Os estudos de viabilidade começaram em 2025 e incluíram análises ambientais, sociais, topográficas e do entorno. Agora, o município trabalha nos últimos ajustes para a licitação da parte eletromecânica do sistema.
O projeto do Teleférico do Subúrbio de Salvador avançou para a fase de licitação e a concorrência deve ser lançada ainda no segundo semestre de 2026. O sistema terá 4,3 quilômetros de extensão e vai conectar regiões como Praia Grande, Mané Dendê e Pirajá à estação de metrô em Campinas de Pirajá.
A expectativa é reduzir de 40 a 50 minutos para cerca de 12 a 16 minutos o tempo de deslocamento entre a Avenida Suburbana e a região da BR-324.
O teleférico terá capacidade para transportar até 3,2 mil passageiros por hora em cada sentido. Segundo o secretário municipal de Mobilidade, Pablo Souza, o equipamento foi pensado para facilitar o acesso em uma área marcada pelos desníveis do terreno.
“Essa ligação permite integrar uma região com desnível topográfico muito elevado, o que dificulta o acesso às demais regiões da cidade”, afirmou.
Além das estações e torres, a proposta inclui acessibilidade, melhorias para pedestres, novos equipamentos públicos e espaços de convivência, com expectativa de fortalecer também o comércio local.
O projeto teve como referência experiências de teleféricos de cidades como Bogotá e Medellín, na Colômbia.
A Prefeitura também prevê a integração do novo modal com ônibus e metrô, com possibilidade de utilização do mesmo cartão de transporte.
Os estudos de viabilidade começaram em 2025 e incluíram análises ambientais, sociais, topográficas e do entorno. Agora, o município trabalha nos últimos ajustes para a licitação da parte eletromecânica do sistema.






























