O Tribunal do Júri de Salvador condenou três ex-policiais militares pelo envolvimento na morte de Geovane Mascarenhas de Santana, ocorrida em agosto de 2014. O julgamento, realizado no Fórum Ruy Barbosa, terminou por volta das 2h desta sexta-feira (19), após mais de 20 horas de sessão ao longo de dois dias. Outros quatro policiais militares em atividade foram absolvidos por negativa de autoria.
As sentenças determinadas pelo 1º Juízo da 1ª Vara do Tribunal do Júri foram aplicadas da seguinte forma:
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Jesimiel da Silva Resende: Condenado a 25 anos, 3 meses e 15 dias de reclusão em regime inicial fechado, além de multa, pelos crimes de homicídio duplamente qualificado, roubo e ocultação de cadáver.
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Cláudio Bonfim Borges: Condenado a 20 anos e 7 meses de reclusão em regime inicial fechado, além de multa, por homicídio duplamente qualificado e roubo. Ele foi absolvido da acusação de ocultação de cadáver.
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Jailson Gomes Oliveira: Condenado a 6 anos e 4 meses de reclusão em regime inicial semiaberto, além de multa, pelo crime de roubo. O réu foi absolvido da acusação de homicídio.
Os mandados de prisão contra Jesimiel da Silva Resende e Cláudio Bonfim Borges foram cumpridos imediatamente no plenário. Os policiais Daniel Pereira de Sousa Santos, Allan Moraes Galiza dos Santos, Alex Santos Caetano e Roberto dos Santos Oliveira foram totalmente absolvidos pelo Conselho de Sentença.
Geovane Mascarenhas tinha 22 anos quando desapareceu na tarde de 2 de agosto de 2014, após ser abordado por uma guarnição das Rondas Especiais (Rondesp) na Rua Nilo Peçanha, no bairro da Calçada. Imagens de câmeras de segurança registraram o jovem sendo conduzido pelos agentes.
A sustentação do Ministério Público da Bahia (MPBA), conduzida pelos promotores Áviner Rocha, Cássio Marcelo e Luciano Assis, baseou-se em laudos periciais de geolocalização. O rastreamento comprovou que as viaturas utilizadas na abordagem foram as mesmas que, horas mais tarde, durante a madrugada, estacionaram nos locais de descarte dos restos mortais da vítima.
O corpo de Geovane foi localizado decapitado e carbonizado no dia 3 de agosto de 2014, nas proximidades do Parque São Bartolomeu, no subúrbio de Salvador. Dias depois, a cabeça e outras partes foram encontradas no Parque Tecal, em Campinas de Pirajá.
A sessão fez parte da 3ª edição do projeto “TJBA Mais Júri”, instituído pelo Tribunal de Justiça da Bahia por meio do Decreto Judiciário nº 353/2026. A iniciativa visa ampliar o número de sessões plenárias em todo o estado, conferindo celeridade e eficiência na resolução de crimes dolosos contra a vida.
O Tribunal do Júri de Salvador condenou três ex-policiais militares pelo envolvimento na morte de Geovane Mascarenhas de Santana, ocorrida em agosto de 2014. O julgamento, realizado no Fórum Ruy Barbosa, terminou por volta das 2h desta sexta-feira (19), após mais de 20 horas de sessão ao longo de dois dias. Outros quatro policiais militares em atividade foram absolvidos por negativa de autoria.
As sentenças determinadas pelo 1º Juízo da 1ª Vara do Tribunal do Júri foram aplicadas da seguinte forma:
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Jesimiel da Silva Resende: Condenado a 25 anos, 3 meses e 15 dias de reclusão em regime inicial fechado, além de multa, pelos crimes de homicídio duplamente qualificado, roubo e ocultação de cadáver.
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Cláudio Bonfim Borges: Condenado a 20 anos e 7 meses de reclusão em regime inicial fechado, além de multa, por homicídio duplamente qualificado e roubo. Ele foi absolvido da acusação de ocultação de cadáver.
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Jailson Gomes Oliveira: Condenado a 6 anos e 4 meses de reclusão em regime inicial semiaberto, além de multa, pelo crime de roubo. O réu foi absolvido da acusação de homicídio.
Os mandados de prisão contra Jesimiel da Silva Resende e Cláudio Bonfim Borges foram cumpridos imediatamente no plenário. Os policiais Daniel Pereira de Sousa Santos, Allan Moraes Galiza dos Santos, Alex Santos Caetano e Roberto dos Santos Oliveira foram totalmente absolvidos pelo Conselho de Sentença.
Geovane Mascarenhas tinha 22 anos quando desapareceu na tarde de 2 de agosto de 2014, após ser abordado por uma guarnição das Rondas Especiais (Rondesp) na Rua Nilo Peçanha, no bairro da Calçada. Imagens de câmeras de segurança registraram o jovem sendo conduzido pelos agentes.
A sustentação do Ministério Público da Bahia (MPBA), conduzida pelos promotores Áviner Rocha, Cássio Marcelo e Luciano Assis, baseou-se em laudos periciais de geolocalização. O rastreamento comprovou que as viaturas utilizadas na abordagem foram as mesmas que, horas mais tarde, durante a madrugada, estacionaram nos locais de descarte dos restos mortais da vítima.
O corpo de Geovane foi localizado decapitado e carbonizado no dia 3 de agosto de 2014, nas proximidades do Parque São Bartolomeu, no subúrbio de Salvador. Dias depois, a cabeça e outras partes foram encontradas no Parque Tecal, em Campinas de Pirajá.
A sessão fez parte da 3ª edição do projeto “TJBA Mais Júri”, instituído pelo Tribunal de Justiça da Bahia por meio do Decreto Judiciário nº 353/2026. A iniciativa visa ampliar o número de sessões plenárias em todo o estado, conferindo celeridade e eficiência na resolução de crimes dolosos contra a vida.





























